As 5 leis biológicas – Dr. Alan Borges

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18 set

As 5 leis biológicas

O precursor da Nova Medicina Germânica é o médico alemão Dr. Hamer, que iniciou seus estudos nos anos 80, depois do filho ser assassinado. Após esse evento ele desenvolveu um câncer testicular e ouvindo seus pacientes com câncer, ele observou que eles também haviam passado por um evento traumático antes da “doença”, caracterizando que a doença surgia em decorrência de traumas agudos, que ele chamou de DHS (Síndrome de Dirk Hamer), em homenagem ao filho assassinado.

A partir de seus estudos ele descreveu as 5 leis biológicas, que fundamentam o conceito da Nova Medicina Germânica.

No geral as leis descrevem que a doença corporal é resultado de um choque biológico, que é definido como um evento inesperado, intenso e dramático. Esse choque afeta três níveis, a psique, o cérebro e o órgão.

A partir de suas observações pôde-se compreender a verdadeira origem das “doenças”, principalmente as que os pacientes buscam explicações, como por exemplo o câncer. Após milhares de casos atendidos o Dr. Hamer conseguiu explicar o comportamento biológico de todas as as ditas “doenças”, definindo as características psíquicas e físicas em duas fases, que caracterizam os programas especiais biológicos da natureza.

 

5 LEIS BIOLÓGICAS

 

PRIMEIRA LEI BIOLÓGICA

1º critério: Todo câncer ou enfermidade equivalente ao câncer origina-se de um DHS, que é um grande choque, agudo, dramático e vivido em solidão, pegando o indivíduo de maneira inesperada.

Um DHS pode ser acionado, por exemplo, por uma separação imprevista, uma perda inesperada, um abandono repentino, por um diagnóstico ou prognóstico para o qual o indivíduo não está preparado.

2º critério: O conteúdo do conflito determina a localização do foco de Hamer no cérebro e no órgão afetado.

No momento de um DHS, o (os) conteúdo (s) do conflito (s) determina (m) a localização do Foco de Hamer no cérebro e a localização do câncer ou enfermidade equivalente ao câncer no órgão.

3º critério: Sincronicidade entre psique-cérebro-órgão

 

SEGUNDA LEI BIOLÓGICA – EVOLUÇÃO BIFÁSICA DAS DOENÇAS

O Sistema Nervoso Autônomo (SNA) é o sistema responsável por todas as funções involuntárias do corpo, ou seja, aquelas que independem da nossa vontade, como a respiração, a frequência cardíaca, a pressão sanguínea, a digestão, a procriação, etc.

O SNA é composto por duas partes: o sistema simpático (sistema de atividade), e o sistema parassimpático ou vagotônico (sistema de descanso). O sistema simpático é o encarregado das funções involuntárias que devem ocorrer quando estamos despertos, acordados. Já o sistema parassimpático cuida das funções involuntárias que devem acontecer durante o repouso, relaxamento e sono. Em estado normal, ou seja, quando estamos saudáveis e tudo vai bem, esses dois sistemas – simpático e parassimpático – se alternam ritmicamente entre dia e noite.

NORMOTONIA

Refere-se ao nosso ritmo simpático (atividade) e parassimpático descanso) normal (fisiologia normal).

Programa biológico especial (SBS)

A partir de um choque biológico, o organismo que estava funcionando em sua fisiologia normal, passa a funcionar em uma fisiologia especial, que será chamada pela medicina de doença.

Cada “doença” desenvolve-se em duas fases sempre que exista solução do conflito.

A PRIMEIRA PARTE DESSE PROGRAMA É A FASE ATIVA

Quando o indivíduo sofre um DHS (choque biológico), a tríade – psique, cérebro e órgão – entra em um estado de stress contínuo, o que chamamos de Fase Ativa do conflito, onde o sistema simpático se encontra hiperexcitado em relação ao estado normal. Essa fase é uma resposta do nosso SNA para que estejamos preparados para luta ou fuga.

Sintomas: Perda de apetite, mãos frias, perda de sono, a pessoa encontra-se em um estado de preocupação constante sobre o acontecido (DHS), com pensamentos recorrentes e em geral em estado de alerta. No cérebro, se formam os focos de Hamer (FH), ativos, com anéis concêntricos definidos. Já a nível orgânico (órgãos), causam alterações fisiológicas e teciduais

CONFLICTÓLISE (CL) é o momento da solução do conflito, momento que inicia a segunda fase do programa especial (SBS). Como na fase de conflito ativo, a fase de cura se desenvolve paralelamente em todos os três níveis (psique, cérebro e órgão).

FASE DE CURA (PCL)

Quando o conflito é solucionado, tem início a Fase de Cura, onde a pessoa sai do estado de stress contínuo e entra em uma fase de relaxamento e descanso, para que o organismo se recupere do que aconteceu durante a fase ativa. Representa o oposto da fase ativa, pois aqui é o sistema vagotônico que está no comando.

Surgem sintomas como febre, dor, inflamação e o corpo fica quente, debilitado e cansado: a natureza pede repouso para permitir a reparação funcional dos tecidos, que permaneceram sob estresse durante toda a Fase Ativa.

Esta fase de cura divide-se em 3 partes:

A primeira é chamada de PCL-A na qual os sintomas são mais intensos, devido à concentração de líquido edematoso, que acompanha a reparação.

A dor resiste aos fármacos, que têm pouca eficácia, durante esta fase. A pessoa transpira pouco e só à noite, assim como urina e bebe pouco líquido.

CRISE EPILEPTÓIDE (EPICRISE)

Também chamada crise de cura, a crise epileptóide é uma simpaticotonia mais intensa que a fase ativa, porém mais curta. Pode durar alguns segundos até 4h dependendo da área cerebral envolvida.

A principal função dessa crise é eliminar o edema cerebral, evitando dessa forma a morte por edema cerebral.

Sintomas, calafrios, alterações da frequência e da pressão cardíaca, diarreia, vômito, suor, etc.

Após a crise epileptóide o organismo entra na última fase do programa biológico, que chamamos de fase PCLB.

Na fase PCL-B o líquido é expulso e os sintomas vão diminuindo. Os fármacos fazem efeito. Começa a cicatrização dos tecidos. Volta o apetite. A pessoa urina e transpira muito e sente-se melhor.

A conclusão da PCL-B encerra o Programa de Fisiologia Especial e o organismo volta à normotonia.

 

TERCEIRA LEI BIOLÓGICA

Explica a correlação entre a psique, o cérebro e o corpo no contexto do desenvolvimento embrionário (ontogenético) e evolutivo (filogenético) do corpo humano.

Cada relê cerebral controla um tecido ou um órgão em particular. O órgão responde ao choque do conflito com um crescimento (tumor), uma perda de tecido (necrose, ulceração) ou com uma perda funcional (diabetes, perda da audição, etc.) dependendo da parte do cérebro (tronco cerebral, cerebelo, substância branca, córtex) que é afetada.

QUARTA LEI BIOLÓGICA: O SISTEMA ONTOGENÉTICO DOS MICRÓBIOS NAS ENFERMIDADES

A quarta lei biológica explica o papel dos micróbios na correlação com as três capas embrionárias durante a fase de cura de qualquer Significant Biological Special Program (SBS ou programa Biológico Especial da Natureza).

Para a medicina convencional, os micróbios são agentes maus, inimigos que devemos combater a qualquer preço.

Segundo Bruce Lipton, vivemos em um universo de cooperação cujos seres interagem para manutenção do equilíbrio da natureza.

Na normotonia, assim como durante a fase ativa do conflito, os micróbios estão latentes. No entanto, no momento em que o conflito é resolvido, os micróbios que residem no órgão relacionado com o conflito, recebem impulso do cérebro para assistir o processo de cura que foi colocado em ação.

A forma com que os micróbios ajudam no processo de cura está em completa concordância com a lógica da evolução. Micobactérias e fungos somente operam nos tecidos que são originados a partir do endoderma e mesoderma do cérebro antigo, enquanto que as bactérias, somente participam da cura de tecidos que derivam do mesoderma do cérebro novo.

 

QUINTA LEI BIOLÓGICA: O SIGNIFICADO BIOLÓGICO DE CADA PROGRAMA ESPECIAL COM SENTIDO BIOLÓGICO

Permite desmistificar o processo de cura. Dá um componente biológico aos processos chamados de “doença”.

Cada chamada “doença” deve ser entendida como um programa biológico especial significativo da natureza criado para resolver um conflito biológico inesperado.

O programa biológico tem um senso inteligente de dar mais chance de viver.

 

AS METÁSTASES

Baseado no “Sistema Ontogenético dos Tumores” da NMG, a teoria da metástase, que sugere que as células cancerosas viajem pelos vasos sanguíneos ou linfa causando novos cânceres em outros órgãos, é vista de outra forma.

As células em geral e as células cancerosas não podem, em qualquer circunstância, mudar a sua estrutura histológica ou atravessar a sua camada germinativa. Por exemplo, uma célula de um tumor no pulmão, que tem a sua origem na endoderme e é controlada pelo tronco cerebral (“cérebro antigo”) e que se multiplica durante a fase ativa do conflito não pode transformar-se num osteócito (célula do osso), que tem a sua origem na mesoderme, que é controlada pela substância branca (“cérebro novo”) e que degenera durante a fase ativa de um conflito cujo processo é a descalcificação.

O Dr. Hamer não discute o fato do aparecimento de cânceres secundários, mas estes tumores não são causados por células migratórias que milagrosamente se transformam em outro tipo de células, mas sim por causa de novos conflitos.

Ex: Câncer de Pulmão que é gerado pelo medo da morte. Muitos pacientes ao receberem um diagnóstico de câncer tem medo de morrer, desencadeando um outro foco no pulmão, sendo considerado pela medicina oficial uma metástase.

 

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